Você apostou muito mais do que queria — e não conseguiu parar?

Se a resposta é sim, talvez você esteja se culpando por algo que não é falha de caráter. Boa parte das pessoas que perderam muito dinheiro em apostas convive com a ludopatia — o vício em apostar — e nunca recebeu esse nome. Reconhecer isso é o primeiro passo: para cuidar de você, e para entender que pode haver direitos do seu lado.

Marque, com sinceridade, as frases que combinam com você. Ninguém vê as suas respostas — é só para você se enxergar com mais clareza.

Ludopatia é uma doença — está na classificação da OMS

O transtorno do jogo é reconhecido pela Organização Mundial da Saúde (CID-11). Não é fraqueza nem falta de vontade: é uma condição de saúde, que afeta o controle e o juízo — e que tem tratamento. Entender isso muda tudo, inclusive a forma como a Justiça enxerga a sua história.

As casas de apostas conhecem — e exploram — esse gatilho

Bônus que aparecem na hora certa, programas “VIP”, notificações que chamam de volta quem está perdendo: o produto é desenhado para prender. Desde a Lei 14.790/2023, a casa tem o dever de jogo responsável e de proteger quem está vulnerável. Quando ela ignora os sinais e lucra com a doença, deixa de cumprir a lei — e é aí que nasce o seu direito. Entenda a base jurídica.

Você não precisa enfrentar isso sozinho

Procurar ajuda para o vício é um ato de coragem, não de fraqueza. E, em paralelo, você pode buscar a responsabilização de quem lucrou com a sua doença. Estamos ao seu lado nessa — com sigilo e respeito.

Conteúdo meramente informativo, nos termos do Provimento 205/2021 do CFOAB. Não constitui consulta jurídica nem promessa de resultado. Cada caso depende de análise individual da documentação.

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